sexta-feira, 26 de março de 2010
Henrique e João Maia dizem para Fátima que desejam apoiar Iberê
A deputada federal Fátima Bezerra (PT) disse hoje (25) à reportagem do Nominuto.com
que, na noite desta quarta-feira (24), se reuniu com o deputado e líder
do PMDB, Henrique Eduardo Alves, e com o deputado e presidente do
Diretório Estadual do PR, João Maia, para falar sobre a formação de
alianças para as eleições deste ano, após decisão do Tribunal Regional
Eleitoral (TRE/ RN) que limita as coligações proporcionais às
alianças majoritárias.
“Conversei com Henrique e João, ambos colocaram com muita firmeza que não vão para o palanque do DEM. O que se decidiu foi aguardar Iberê para conversarmos. Acho que a gente tem que ter calma. Temos tempo suficiente para equacionar isso”, declarou a petista, em tom de confiança na continuidade da aliança.
Questionada se iria cobrar compromisso do PMDB, caso a legenda decida apoiar a pré-candidatura oposicionista de Rosalba Ciarlini (DEM) rompendo no Estado com a aliança PT/ PMDB que há em Brasília, a deputada disse que “não se trata disso”, que o momento é de “ter calma” e “buscar uma saída”.
“Ele [Henrique] tem dito o quanto é desconfortável ir para o lado do DEM, tendo em vista a posição dele no plano nacional. Queremos fazer uma campanha aqui casada com a nacional. Meu papel é fortalecer o palanque de Dilma Rousseff aqui no Estado”, ressaltou ela.
Para isso a deputada acredita que a saída mais coerente, do ponto de vista político, é "o PMDB fazer parte do bloco de Lula". Apesar de opinar sobre os rumos do PMDB, Fátima acrescentou que "essa é uma questão da economia interna dos peemedebistas, que têm autonomia para isso".
“Conversei com Henrique e João, ambos colocaram com muita firmeza que não vão para o palanque do DEM. O que se decidiu foi aguardar Iberê para conversarmos. Acho que a gente tem que ter calma. Temos tempo suficiente para equacionar isso”, declarou a petista, em tom de confiança na continuidade da aliança.
Questionada se iria cobrar compromisso do PMDB, caso a legenda decida apoiar a pré-candidatura oposicionista de Rosalba Ciarlini (DEM) rompendo no Estado com a aliança PT/ PMDB que há em Brasília, a deputada disse que “não se trata disso”, que o momento é de “ter calma” e “buscar uma saída”.
“Ele [Henrique] tem dito o quanto é desconfortável ir para o lado do DEM, tendo em vista a posição dele no plano nacional. Queremos fazer uma campanha aqui casada com a nacional. Meu papel é fortalecer o palanque de Dilma Rousseff aqui no Estado”, ressaltou ela.
Para isso a deputada acredita que a saída mais coerente, do ponto de vista político, é "o PMDB fazer parte do bloco de Lula". Apesar de opinar sobre os rumos do PMDB, Fátima acrescentou que "essa é uma questão da economia interna dos peemedebistas, que têm autonomia para isso".
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