sexta-feira, 27 de maio de 2011
Consult: 44,15% dos potiguares reprovam início da gestão Rosalba
Cardoso Silva
Pesquisa realizada pelo Instituto
Consult, com divulgação exclusiva pelo portal Nominuto.com, revelou que
44,15% dos potiguares reprovam os cinco primeiros meses da administração
da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). De acordo com o levantamento,
31,42% dos entrevistados aprovam o início da atual gestão estadual.
A pesquisa ouviu 1674 pessoas, entre os dias 24 e 26 de maio, em dez regiões do Rio Grande do Norte. O levantamento teve como objetivo avaliar, junto à população adulta do Estado, o início da gestão de Rosalba Ciarlini. A margem de erro da pesquisa é de 2,2% e o índice de confiabilidade é de 95%.
Pesquisa realizada pelo Instituto
Consult, com divulgação exclusiva pelo portal Nominuto.com, revelou que
44,15% dos potiguares reprovam os cinco primeiros meses da administração
da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). De acordo com o levantamento,
31,42% dos entrevistados aprovam o início da atual gestão estadual.A pesquisa ouviu 1674 pessoas, entre os dias 24 e 26 de maio, em dez regiões do Rio Grande do Norte. O levantamento teve como objetivo avaliar, junto à população adulta do Estado, o início da gestão de Rosalba Ciarlini. A margem de erro da pesquisa é de 2,2% e o índice de confiabilidade é de 95%.
A reprovação à atual gestão é maior
nas regiões Litoral Sul/Agreste, onde esse índice chega a 51%, contra
27,5% dos que aprovam e 21,5% que não souberam responder. Em seguida,
vem a região do Trairi, onde o governo é reprovado por 49,3% da
população, contra 26,7% de aprovação. Em Natal, o placar desfavorável ao
governo é de 48% a 25%. Na Grande Natal, 44,8% a 32,3%.
As únicas regiões em que a população aprova os meses iniciais da gestão do DEM são Mossoró e o Médio Oeste/Região Salineira. Na cidade onde foi prefeita três vezes e de onde saiu consagrada nas eleições passadas, Rosalba teve sua administração avaliada positivamente por 46,3% dos entrevistados, contra 28,9% de avaliação negativa. Nas demais regiões pesquisadas (Litoral Norte/Mato Grande, Central/Potengi, Seridó e Oeste), a avaliação negativa superou a aprovação à administração estadual.
Expectativas
O levantamento quis saber ainda se o governo estava correspondendo ou não às expectativas da população. Para 45.88% dos entrevistados, a administração está aquém daquilo que esperavam. Apenas 8,12% se disseram totalmente satisfeitos com o governo, enquanto 27,9% se disseram satisfeitos “em parte”. Outros 18,1% disseram que não tinham opinião formada.
Considerando novamente a estratificação regional, a região do Trairi registra o maior índice de insatisfeitos (53,3%, contra 24% que se disseram satisfeitos “em parte” e 6,7% que se declararam plenamente correspondidos). Em seguida, vem a região do Litoral Sul/Agreste, com 51,5% contra 31%.
Mais uma vez, é na cidade de Mossoró onde o governo de Rosalba Ciarlini conquista seu melhor desempenho, com 33,1% dos entrevistados se dizendo parcialmente correspondidos com o desempenho da administração estadual e 13,2% que se declararam integralmente satisfeitos. Em Natal, a situação se inverte: 49,2% da população responderam que o governo vem frustrando suas expectativas, contra 27% de geste satisfeita.
Com relação ao gênero dos entrevistados, a frustração com o governo é maior entre os homens. Para 47,3% desse público, a atual gestão não tem correspondido ao que imaginavam, enquanto entre as mulheres esse índice é de 44,6%. A pesquisa ouviu 819 homens e 855 mulheres.
As únicas regiões em que a população aprova os meses iniciais da gestão do DEM são Mossoró e o Médio Oeste/Região Salineira. Na cidade onde foi prefeita três vezes e de onde saiu consagrada nas eleições passadas, Rosalba teve sua administração avaliada positivamente por 46,3% dos entrevistados, contra 28,9% de avaliação negativa. Nas demais regiões pesquisadas (Litoral Norte/Mato Grande, Central/Potengi, Seridó e Oeste), a avaliação negativa superou a aprovação à administração estadual.
Expectativas
O levantamento quis saber ainda se o governo estava correspondendo ou não às expectativas da população. Para 45.88% dos entrevistados, a administração está aquém daquilo que esperavam. Apenas 8,12% se disseram totalmente satisfeitos com o governo, enquanto 27,9% se disseram satisfeitos “em parte”. Outros 18,1% disseram que não tinham opinião formada.
Considerando novamente a estratificação regional, a região do Trairi registra o maior índice de insatisfeitos (53,3%, contra 24% que se disseram satisfeitos “em parte” e 6,7% que se declararam plenamente correspondidos). Em seguida, vem a região do Litoral Sul/Agreste, com 51,5% contra 31%.
Mais uma vez, é na cidade de Mossoró onde o governo de Rosalba Ciarlini conquista seu melhor desempenho, com 33,1% dos entrevistados se dizendo parcialmente correspondidos com o desempenho da administração estadual e 13,2% que se declararam integralmente satisfeitos. Em Natal, a situação se inverte: 49,2% da população responderam que o governo vem frustrando suas expectativas, contra 27% de geste satisfeita.
Com relação ao gênero dos entrevistados, a frustração com o governo é maior entre os homens. Para 47,3% desse público, a atual gestão não tem correspondido ao que imaginavam, enquanto entre as mulheres esse índice é de 44,6%. A pesquisa ouviu 819 homens e 855 mulheres.
Considerando nível de escolaridade, a
insatisfação ao governo é maior entre os que têm nível superior (51%). O
governo obtém o melhor desempenho entre os analfabetos, onde a
aprovação chega a 27, 6% (ainda assim, empatado numericamente com os que
desaprovam o desempenho da administração).
No segmento renda familiar, o governo obtém o pior desempenho entre os que ganham acima de R$ 5.450. Para 51,3% desse público, a gestão estadual não tem correspondido às suas expectativas, contra 21,9% que se dizem parcialmente satisfeitos. Entre os que ganham até um salário mínimo por mês, 38,1% não estão contentes com o desempenho da gestão, frente a 29,9% de pessoas satisfeitas “em parte”.
No segmento renda familiar, o governo obtém o pior desempenho entre os que ganham acima de R$ 5.450. Para 51,3% desse público, a gestão estadual não tem correspondido às suas expectativas, contra 21,9% que se dizem parcialmente satisfeitos. Entre os que ganham até um salário mínimo por mês, 38,1% não estão contentes com o desempenho da gestão, frente a 29,9% de pessoas satisfeitas “em parte”.
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