Foto em site de relacionamento mostra casal de policiais militares e o filho
“Havia um planto de chamada. O sargento deveria se apresentar ao batalhão às 5 horas para seguir em comboio às 8 horas e não compareceu. Os corpos só foram encontrados 18 horas depois”, lembra Olímpio, para quem a falha foi determinante para ampliar a tragédia e semear confusão nas investigações.
“O menino poderia ter sido salvo”, diz o deputado. No momento em que policiais e retornaram para o batalhão sem confirmar o que havia acontecido com dois colegas, o menino estava na escola. Lá, uma vez localizado, poderia explicar o que aconteceu.
Olímpio não acredita na versão da Divisão de Homicídios da
Polícia Civil, segundo a qual, o menino matou os pais, a avó, a tia-avó e
depois se suicidou com um tiro na cabeça. Caso essa versão venha a ser
comprovada, diz ele, Luiz Marcelo, de 13 anos, poderia estar vivo porque
teria sido contido ainda na escola. “Ficou claro que o sistema de
comunicação falhou”, afirma o deputado policial.
“Não creio de jeito nenhum em homicídios seguidos de suicídio. Acho que foi um crime premeditado, organizado e executado para eliminar a família confundir a polícia. A hipótese mais provável é que a motivação esteja relacionada a ‘treta’ de polícia”, afirma, explicando que policiais do batalhão em que trabalhava Andréia estão envolvidos em desvios.
Do Ultimo segundo
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