A inauguração está marcada para a próxima terça-feira e os sete parques somarão 170 Mw de potência instalada
Ao todo, a Copel implantará 28 parques em cinco complexos eólicos no
Rio Grande do Norte até 2019, num total de 663,6 MW, suficiente para
abastecer 2 milhões de residências.
No mês passado, a Copel tinha iniciado operação comercial de dois
parques eólicos no Rio Grande do Norte. Com uma capacidade instalada
total de 59,4 MW (megawatts), os parques Santa Maria e Santa Helena
integram o Complexo Brisa Potiguar, localizado no município de João
Câmara, a 70 km de Natal. A companhia conta agora com sete parques em
operação. Os primeiros foram inaugurados em fevereiro, no município de
São Bento.
“Estas novas usinas respondem a um grande investimento da Copel na
geração a partir de fontes limpas e renováveis”, afirma o
diretor-presidente da Copel Renováveis, Ricardo Dosso. “Já uma realidade
na matriz energética brasileira, os parques eólicos apresentam mínimo
impacto socioambiental e custos de implantação cada vez mais
competitivos, reforçando a oferta de energia em um momento crítico para o
setor elétrico”.
Quatro dos cinco complexos contam com capital 100% Copel. O Complexo
São Miguel do Gostoso é administrado em parceria com a Voltalia, que
possui 51% do empreendimento.
Até o final deste ano, devem entrar em operação os cinco parques
restantes do Complexo Brisa Potiguar (total de 183, MW) e os quatro
parques do Complexo São Miguel do Gostoso (108 MW), somando 385,6 MW de
potência eólica instalada este ano.
A Copel foi pioneira no estudo da exploração da energia dos ventos
para gerar eletricidade no Brasil. Em 1999, inaugurou os primeiros
aerogeradores do Sul do país, na cidade paranaense de Palmas. Atualmente
com 2,5 MW, esta usina terá sua capacidade ampliada para 6,7 MW ainda
este ano, graças a uma parceria com a multinacional Weg, de Jaraguá do
Sul.
Paralelamente aos investimentos em energia eólica, a Copel constrói
duas usinas hidrelétricas – Colíder (300 MW) e Baixo Iguaçu (360 MW) – e
também conta com projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e
centrais solares em estudo.
Jornal de Hoje
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