sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Operação Lava-jato Escritórios de advocacia no alvo

São Paulo: Os delegados da Polícia Federal (PF) Igor Romário de Paula e Márcio Anselmo avaliam ser "humanamente impossível" estancar a corrupção no País com base apenas na Operação Lava-Jato. "Cada vez mais parece haver um desafio às instituições e às autoridades do País", disse Igor Romário, após a deflagração da Pixuleco II.
Este é o 18º capítulo da Lava-Jato, que pegou esquema de propinas a partir de contrato de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento. A nova fase da operação abre uma frente a ser investigada: contratos com escritórios de advocacia, que seriam usados para o pagamento de propina estimada em mais de R$ 50 milhões. Quatro escritórios foram alvo de busca e apreensão.
O advogado e ex-vereador Alexandre Romano foi preso. Ele mantinha elos no PDT e no PT, inclusive com o grupo liderado pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, também preso.

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