São Paulo: Os delegados da Polícia Federal (PF) Igor
Romário de Paula e Márcio Anselmo avaliam ser "humanamente impossível"
estancar a corrupção no País com base apenas na Operação Lava-Jato.
"Cada vez mais parece haver um desafio às instituições e às autoridades
do País", disse Igor Romário, após a deflagração da Pixuleco II.
Este é o 18º capítulo da Lava-Jato, que pegou esquema de propinas a
partir de contrato de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do
Planejamento. A nova fase da operação abre uma frente a ser
investigada: contratos com escritórios de advocacia, que seriam usados
para o pagamento de propina estimada em mais de R$ 50 milhões. Quatro
escritórios foram alvo de busca e apreensão.
O advogado e ex-vereador Alexandre Romano foi preso. Ele mantinha elos
no PDT e no PT, inclusive com o grupo liderado pelo ex-ministro da Casa
Civil José Dirceu, também preso.
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