Quezia é natural de São João do Sabugi, mas desde pequena adotou Caicó
como sua cidade de residência, por conveniência dos seus pais. Ainda
menina, ela entrou para a religião evangélica, e vez por outra era vista
nas ruas de Caicó distribuindo simpatia e panfletinhos com orações e
hinos.
Ao terminar o nível médio, Quezia Lins iniciou uma linda e extensa
batalha pela vida universitária, ela queria voar alto, mas a vida de um
aspirante não é fácil, principalmente quando se almeja uma vaga em
medicina, mesmo assim ela sonhava, logo, partiu para a capital, onde
buscou, por dois anos, se aprofundar nos estudos.
Orgulhosa, a família conta que em dois anos Quezia Lins abdicou de
festas e confraternizações familiares, seu foco era uma vaga em
medicina, e paralelo à puxada de vida de estudante, a jovem adaptava seu
tempo e saía às ruas da capital vendendo trufas, segundo a família, uma
opção dela, não por orgulha, mas de valorização intrapessoal.
A linda história da menina que vende trufas para sustentar seus estudos
ganha um novo capítulo, entre as 10 vagas disponíveis no Campus de
Natal, para medicina, a 4ª (quarta vaga) ficou para Quezia Lins, e
segundo informação da família, a jovem pretende conciliar a venda de
trufas com as aulas na faculdade. Que belo exemplo, parabéns, Quezia!
Fonte: Jair Sampaio
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