Jacson Damasceno: Não, não é uma ironia. É o reconhecimento de bons profissionais que trabalham no instituto de medicina legal do nosso estado.
Recentemente o Itep chegou a ter 34 cadáveres em estado de putrefação
no pátio, ao relento, porque as prefeituras não disponibilizavam covas
para que eles fossem sepultados. Ou seja, o problema não era causado
pelo instituto, mas era quem levava a bordoada.
Diante disso, o diretor geral Marcos Brandão baixou uma norma,
dizendo que corpos não identificados só ficariam no Itep por dez dias, e
que os prefeitos arranjassem os espaços. Foi o que o ocorreu e o
problema foi sanado.
Em tempo, Marcos é uma indicação técnica para o cargo e não,
política. Era o que devia acontecer em todos os órgãos. Parabéns a ele e
a todos os servidores que atuam diretamente com esta área.

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