A linha de investigação sobre a motivação do homicídio leva a crer que tem ligação com o tráfico de drogas
O crime aconteceu no dia 3 de fevereiro passado, na rua da Lagosta,
entre o conjunto Alagamar e Vila de Ponta Negra. “Conseguimos provas
irrefutáveis que revelaram a participação de Adriano Lemos no crime. A
moto preta usada no dia do crime era dele e o capacete preto, que foi
apreendido na casa dele, também foi identificado como sendo o utilizado
pelo atirador. Não temos dúvida da participação dele na morte de
Tércio”, detalhou o delegado titular da Dehom, Fábio Rogério.
A Dehom havia detido no dia 24 de abril passado, Marcos da Silva
Andrade, 33 anos, motorista que transportava Tércio Duarte. Um detalhe
que chamou a atenção da polícia foi quando ele revelou que o atirador
interceptou o carro em que vinham e pediu para ele (Marcos) sair, antes
de executar a vítima (Tércio).
Para o delegado Fábio Rogério, Marcos foi um homem frio em seu
depoimento, sem demonstrar preocupação com a morte brutal do ‘amigo’. A
partir daí, as investigações começaram a ser direcionada na
identificação do autor dos disparos. “A linha de investigação sobre a
motivação do homicídio leva a crer que tem ligação com o tráfico de
drogas e estamos trabalhando para desvendar este crime em sua
totalidade. Já sabemos que o provável atirador teria fugido recentemente
de uma unidade de saúde”, disse o delegado, na época.
Agora, o matador de Tércio está preso. A prisão dele foi resultado de
uma operação bem sucedida da Dehom, denominada “Recado dado”. Além da
prisão do executor, a polícia cumpriu outros mandados de busca e
apreensão em pontos distintos da capital.
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