Nei havia sido condenado pela Justiça
Federal do Rio Grande do Norte por fraude em processo licitatório
ocorrido em 2002, quando teria sido comprado pela prefeitura um veículo
com recursos oriundos do Ministério da Educação. A CPI também verificou
irregularidades na gestão de recursos do SUS e repassas do duodécimo da
Câmara.
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