Pensando em mais uma vez fazer a junção da Psicologia com algum assunto
que faça parte do cotidiano, com o intuito de mesclar a ciência à
prática, o tema abordado será o Bullying.
Palavra que deriva do inglês, Bullying é denominado “valentão”. Tendendo a acontecer quatro vezes mais entre meninos, é uma violência física ou psicológica, geralmente externada no meio escolar, lugar este pouco explorado e visível, comumente presenciada entre jovens na faixa etária de 10 a 21 anos, a qual traz como agressor uma única pessoa ou um grupo, o que mais comumente acontece, onde estes por meio de ações repetitivas e diretas têm como intuito constranger e amedrontar uma pessoa considerada “mais fraca”, ou também, que não revidaria, escolhida pelos agressores. Roubo, apelido, acusações verbais, difamação e indiferença são algumas dos principais métodos vivenciados.
A ocasião de violência, que causa ainda dor e angústia ao receptor, se dá em motivo da aparência física, competição, diferença de idade e até mesmo sem qualquer motivo de grande relevância, somente por estímulo de outros. Vale mencionar que o Bullying apresenta três principais focos: o agressor (ou agressores), a vítima e os observadores.
Inúmeros casos dessa prática já foram vivenciados, logo não é atual. Este é um problema de ordem mundial abrangendo consequências individuais e sociais, visto que é uma situação onde a vítima, na maioria dos casos, omite, reprime e esconde as acusações sofridas, assim causando sequelas gravíssimas a saúde e ao seu desenvolvimento. A vítima do Bullying pode e deve pedir ajuda e desabafar com a família ou no caso da escola, com os responsáveis da instituição para que seja tomada alguma atitude cabível e efetiva para sanar o problema, ou pelo menos amenizá-lo de forma eficaz, tal como a simples substituição do ambiente. Não dialogar sobre esse sofrimento psíquico ou físico tenderá a agravar cada dia mais a circunstância.
Procurar auxílio de um profissional da saúde nos âmbitos psicológico ou psiquiátrico, caso haja um sofrimento mental maior, é de extrema importância. Cuide-se. Você, pais ou docentes, em especial, atentem para o Bullying. É um problema corrente, mas o primeiro passo é sempre decisivo.
Boa leitura.
Palavra que deriva do inglês, Bullying é denominado “valentão”. Tendendo a acontecer quatro vezes mais entre meninos, é uma violência física ou psicológica, geralmente externada no meio escolar, lugar este pouco explorado e visível, comumente presenciada entre jovens na faixa etária de 10 a 21 anos, a qual traz como agressor uma única pessoa ou um grupo, o que mais comumente acontece, onde estes por meio de ações repetitivas e diretas têm como intuito constranger e amedrontar uma pessoa considerada “mais fraca”, ou também, que não revidaria, escolhida pelos agressores. Roubo, apelido, acusações verbais, difamação e indiferença são algumas dos principais métodos vivenciados.
A ocasião de violência, que causa ainda dor e angústia ao receptor, se dá em motivo da aparência física, competição, diferença de idade e até mesmo sem qualquer motivo de grande relevância, somente por estímulo de outros. Vale mencionar que o Bullying apresenta três principais focos: o agressor (ou agressores), a vítima e os observadores.
Inúmeros casos dessa prática já foram vivenciados, logo não é atual. Este é um problema de ordem mundial abrangendo consequências individuais e sociais, visto que é uma situação onde a vítima, na maioria dos casos, omite, reprime e esconde as acusações sofridas, assim causando sequelas gravíssimas a saúde e ao seu desenvolvimento. A vítima do Bullying pode e deve pedir ajuda e desabafar com a família ou no caso da escola, com os responsáveis da instituição para que seja tomada alguma atitude cabível e efetiva para sanar o problema, ou pelo menos amenizá-lo de forma eficaz, tal como a simples substituição do ambiente. Não dialogar sobre esse sofrimento psíquico ou físico tenderá a agravar cada dia mais a circunstância.
Procurar auxílio de um profissional da saúde nos âmbitos psicológico ou psiquiátrico, caso haja um sofrimento mental maior, é de extrema importância. Cuide-se. Você, pais ou docentes, em especial, atentem para o Bullying. É um problema corrente, mas o primeiro passo é sempre decisivo.
Boa leitura.
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