alessandro costa/ag. o dia/ec
Presidido por D. Orani Tempesta, comitê organizador divulga agenda do papa na visita ao Brasil
“Além dos Atos Centrais da Jornada - a acolhida, a via-sacra, a vigília e
a missa de envio -, haverá atividades que ele escolheu a dedo,
inclusive a visita a uma favela e a um trabalho de recuperação de
dependentes químicos, dentro de uma rede maior de atendimento”, disse o
arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, à Rádio Vaticano. “Haverá um olhar
especial para jovens que estão privados de liberdade, um encontro
simbólico que mostra a presença da Igreja junto a esses jovens”,
acrescentou d. Orani, presidente do Comitê Organizador Local (COL) da
Jornada.
Os menores infratores serão escolhidos por uma comissão da Arquidiocese e terão autorização da Vara de Infância e Juventude para ir ao Palácio São Joaquim, a residência oficial do arcebispo do Rio, na Glória (zona sul). De acordo com d. Orani, é possível que um juiz acompanhe o encontro, às 11h30 de 26 de julho. Funcionários das instituições que abrigam os jovens também deverão estar presentes. No Hospital de São Francisco de Assis, na Tijuca (zona norte), Francisco vai inaugurar, às 18h30 de 24 de julho, o Polo de Atenção Integrada da Saúde Mental (PAI), apontado pela Igreja como um dos principais legados da Jornada. Além de se encontrar com os pacientes em tratamento, o papa se reunirá com profissionais que trabalham na recuperação de dependentes químicos.
Em vez de favelas acostumadas a receber muitos turistas, como Vidigal, Dona Marta, Chapéu Mangueira e Cantagalo, Francisco escolheu uma comunidade que tem Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), mas ainda está longe dos avanços sociais que devem acompanhar o processo de pacificação. A Favela de Varginha faz parte do Complexo de Manguinhos, aonde o sucessor de São Pedro na chefia da Igreja Católica deverá chegar num carro fechado e andará a pé por cerca de cem metros.
Além da agenda de proximidade com os excluídos, Francisco cumprirá também o roteiro oficial da Jornada, com dois eventos na Praia de Copacabana (zona sul) - a cerimônia de acolhida, em 25 de julho, e a via-crúcis, no dia seguinte - e outros dois em Guaratiba (zona oeste) - a vigília com os jovens, dia 27, e a missa de encerramento, às 10 horas do dia 28. Terá ainda compromissos com políticos, personalidades do esporte e empresários patrocinadores da JMJ. Questionado sobre a possibilidade mudanças no roteiro do pontífice romano, o arcebispo do Rio respondeu: “O papa pode tudo, pode resolver sair da agenda.” Em 23 de julho, não estão previstos compromissos oficiais.
Os menores infratores serão escolhidos por uma comissão da Arquidiocese e terão autorização da Vara de Infância e Juventude para ir ao Palácio São Joaquim, a residência oficial do arcebispo do Rio, na Glória (zona sul). De acordo com d. Orani, é possível que um juiz acompanhe o encontro, às 11h30 de 26 de julho. Funcionários das instituições que abrigam os jovens também deverão estar presentes. No Hospital de São Francisco de Assis, na Tijuca (zona norte), Francisco vai inaugurar, às 18h30 de 24 de julho, o Polo de Atenção Integrada da Saúde Mental (PAI), apontado pela Igreja como um dos principais legados da Jornada. Além de se encontrar com os pacientes em tratamento, o papa se reunirá com profissionais que trabalham na recuperação de dependentes químicos.
Em vez de favelas acostumadas a receber muitos turistas, como Vidigal, Dona Marta, Chapéu Mangueira e Cantagalo, Francisco escolheu uma comunidade que tem Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), mas ainda está longe dos avanços sociais que devem acompanhar o processo de pacificação. A Favela de Varginha faz parte do Complexo de Manguinhos, aonde o sucessor de São Pedro na chefia da Igreja Católica deverá chegar num carro fechado e andará a pé por cerca de cem metros.
Além da agenda de proximidade com os excluídos, Francisco cumprirá também o roteiro oficial da Jornada, com dois eventos na Praia de Copacabana (zona sul) - a cerimônia de acolhida, em 25 de julho, e a via-crúcis, no dia seguinte - e outros dois em Guaratiba (zona oeste) - a vigília com os jovens, dia 27, e a missa de encerramento, às 10 horas do dia 28. Terá ainda compromissos com políticos, personalidades do esporte e empresários patrocinadores da JMJ. Questionado sobre a possibilidade mudanças no roteiro do pontífice romano, o arcebispo do Rio respondeu: “O papa pode tudo, pode resolver sair da agenda.” Em 23 de julho, não estão previstos compromissos oficiais.
TN
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