Os prefeitos, deputados e vereadores do PMDB respaldaram a decisão da
Executiva Estadual do partido, que fez a opção pelo rompimento político
com o governo Rosalba Ciarlini (DEM) e pela candidatura própria na
eleição de 2014. O encontro das lideranças estaduais e municipais do
partido foi ontem, em Natal. O presidente do PMDB no Rio Grande do
Norte, deputado Henrique Eduardo Alves, e o ministro da Previdência,
Garibaldi Filho, reagiram às declarações da governadora Rosalba
Ciarlini, que reclamou, em uma rádio local, de um suposto “abandono de
aliados no momento mais difícil”.
“Foram afirmações infelizes. Ela sabe o quanto tentamos ajudar e o que
fizemos para contribuir desde o início do Governo”, destacou Henrique
Alves. Durante os pronunciamentos, dirigentes e líderes da sigla
apontaram a centralização no Governo e a falta de diálogo como alguns
dos motivos para o rompimento. Garibaldi Filho reafirmou a importância
de construir novas alianças. Ele observou que “sozinho” o partido não
chega a lugar nenhum. E se ofereceu para abrir o diálogo em busca de
parcerias. “Eu me ofereço a ir ao encontro dos outros partidos. Sem
levar nenhum ressentimento. Não falo em nome do ódio ou da mágoa. Não há
espaço para este tipo de sentimento”, frisou.
Apelos
Os prefeitos que falaram durante o encontro deixaram claro que consideram Garibaldi Filho o candidato preferido ao Governo do Estado. “Ministro, atenda nosso pedido”, disse Francisco Araújo, prefeito do município de Espírito Santo. Os insistentes apelos fizeram o ministro da Previdência se emocionar, mas ele afirmou que não tem intenção de se candidatar no próximo ano. “Desta vez, esqueçam o meu nome”, pediu.
Garibaldi Filho lembrou que o PMDB tem candidatos potenciais e recordou nomes como o do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves. “Eu não sou candidato ao Governo do Estado, não pretendo ser, minha hora passou”, insistiu. Ex-senador e ex-governador, Geraldo Melo foi o primeiro a discursar. Ele apontou que decisões como a de romper com o Governo fazem o partido “voltar a construir uma alternativa de poder”.
O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Benes Leocádio, observou que só tem uma saída para o partido: “Ser cabeça de chapa na próxima eleição”. Essa foi a tônica adotada pelos presentes, incluindo os deputados Walter Alves, Hermano Morais, Nélter Queiroz e Gustavo Carvalho. Nélter frisou a viabilidade de ter Henrique como candidato. O prefeito de Caicó, Roberto Germano, lembrou os recorrentes “problemas” da administração estadual com aliados do PMDB. “Não nos atendiam e não ouviam nossas reivindicações”, disse. O deputado Henrique Alves assinalou, na ocasião, que o PMDB chegou a comunicar à governadora Rosalba Ciarlini a intenção de deixar a aliança, em virtude da “decepção” com a gestão.
Apelos
Os prefeitos que falaram durante o encontro deixaram claro que consideram Garibaldi Filho o candidato preferido ao Governo do Estado. “Ministro, atenda nosso pedido”, disse Francisco Araújo, prefeito do município de Espírito Santo. Os insistentes apelos fizeram o ministro da Previdência se emocionar, mas ele afirmou que não tem intenção de se candidatar no próximo ano. “Desta vez, esqueçam o meu nome”, pediu.
Garibaldi Filho lembrou que o PMDB tem candidatos potenciais e recordou nomes como o do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves. “Eu não sou candidato ao Governo do Estado, não pretendo ser, minha hora passou”, insistiu. Ex-senador e ex-governador, Geraldo Melo foi o primeiro a discursar. Ele apontou que decisões como a de romper com o Governo fazem o partido “voltar a construir uma alternativa de poder”.
O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Benes Leocádio, observou que só tem uma saída para o partido: “Ser cabeça de chapa na próxima eleição”. Essa foi a tônica adotada pelos presentes, incluindo os deputados Walter Alves, Hermano Morais, Nélter Queiroz e Gustavo Carvalho. Nélter frisou a viabilidade de ter Henrique como candidato. O prefeito de Caicó, Roberto Germano, lembrou os recorrentes “problemas” da administração estadual com aliados do PMDB. “Não nos atendiam e não ouviam nossas reivindicações”, disse. O deputado Henrique Alves assinalou, na ocasião, que o PMDB chegou a comunicar à governadora Rosalba Ciarlini a intenção de deixar a aliança, em virtude da “decepção” com a gestão.
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