Peritos de quatro países participarão da retirada dos restos mortais
do presidente de um jazigo em São Borja (RS). Jango (1919-1976), como
era conhecido, foi deposto pelo golpe de 1964. O objetivo da exumação é
esclarecer as circunstâncias da morte, quando ele vivia no exílio.
A causa oficial da morte foi infarto, mas a família e o governo
federal suspeitam de assassinato por envenenamento por forças da
ditadura militar (1964-1985). Não houve autópsia na época.
Em São Borja, onde Jango ainda é cultuado, a expectativa é que a
população preste homenagens ao presidente durante o transporte dos
restos mortais. Políticos devem ir ao ato amanhã.
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