De acordo com Carlos Jatobá, médico legista do Itep, foram colhidas
amostras de tecido, mas foram consideradas insuficientes. Segundo ele
foi solicitado à direção do instituto um exame para medir a dosagem de
remédios no sangue da criança. “Como não realizados esse tipo de exame,
pedi para que a direção entrasse em contato com algum laboratório de
outros estados para encaminhar o material e realizar o exame”, disse.
Ainda assim, o médico legista não sabe quanto tempo o resultado pode
demorar para ser divulgado. “Vamos aguardar dados do exame cadavérico,
do prontuário da criança e desse exame que é fundamental para atestarmos
a acusa da morte”, disse.
Em nota, o hospital se pronunciou e lamentou o ocorrido e que já
“encaminhou o fato à uma comissão de revisão de prontuário e óbitos para
que sejam apuradas o mais rápido possível todas as condições e
informações referentes ao caso, do ponto de vista de evolução clínica e
desfecho”.
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