Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
Edição: Nádia Franco
O gravador de voz do jato Cessna
560XL em que viajava a comitiva do candidato do PSB à Presidência da
República, Eduardo Campos, e que caiu quarta-feira (13), em Santos (SP),
não registrou as conversas ou sons ambientes durante o último voo da
aeronave.
Segundo a assessoria da Aeronáutica, as duas horas de
áudio gravadas e já analisadas por peritos do Centro de Investigação e
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) não correspondem ao voo em
que Campos e mais seis pessoas morreram.
A Aeronáutica explicou que, como o gravador de voz, o chamado cockpit voice recorder,
não registra a data em que as conversas ocorreram, ainda não é possível
afirmar em que voo os dados já obtidos foram gravados. “As razões pelas
quais o áudio obtido não corresponde ao voo serão apuradas durante o
processo de investigação”, informa nota da Aeronáutica. “É importante
ressaltar que os dados obtidos no gravador de voz representam apenas um
dos elementos levados em consideração durante o processo de
investigação, não sendo imprescindíveis para a identificação dos
possíveis fatores contribuintes”.
Onze pessoas que moravam ou estavam próximos ao local
do acidente sofreram ferimentos e tiveram que ser atendidas em unidades
hospitalares. O único ferido que ficou internado, uma criança de 1 ano e
meio, deixou a Santa Casa de Misericórdia de Santos na manhã dessa sexta-feira.
O modelo da aeronave usada por Campos só tinha uma caixa-preta, o chamado cockpit voice recorder, que grava os sons internos da cabine, principalmente as conversas entre os pilotos. Diferentemente de aeronaves de maior porte, o jatinho executivo não é obrigado a ter o mecanismo chamado flight data recorder, que registra os parâmetros de voo, como a velocidade, as posições em que estavam posicionados os manetes e quais os comandos que foram acionados.
O modelo da aeronave usada por Campos só tinha uma caixa-preta, o chamado cockpit voice recorder, que grava os sons internos da cabine, principalmente as conversas entre os pilotos. Diferentemente de aeronaves de maior porte, o jatinho executivo não é obrigado a ter o mecanismo chamado flight data recorder, que registra os parâmetros de voo, como a velocidade, as posições em que estavam posicionados os manetes e quais os comandos que foram acionados.
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