O processo de beatificação, iniciado em 11 de maio de 1993, foi
aprovado em 10 de maio pelo papa Francisco, cinco dias depois de os
cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos considerarem
válido um milagre atribuído a Paulo VI. No começo da década de 1990, a
cura de um feto diagnosticado com graves problemas cerebrais na
Califórnia, Estados Unidos, foi atribuída a Paulo VI. À época, a mãe se
recusou a abortar e a criança acabou nascendo saudável.
Na sua intervenção, o papa Francisco destacou Paulo VI como um homem
que conduziu a Igreja com sabedoria e visão de futuro. “Paulo VI, em um
momento em que estava surgindo uma sociedade secularizada e hostil,
soube conduzir [a Igreja] com sabedoria e visão de futuro”, ressaltou,
durante a homilia da beatificação.
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