e acordo com o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte, Benes Leocádio (PMDB), a queda logo no mês de janeiro surpreendeu negativamente os gestores potiguares
Por Allan Darlyson
Ao receberem a primeira parcela do FPM de 2015, os
municípios constataram que, além das retenções de recursos, pelo Governo
Federal, destinados às áreas de Saúde e Educação, não ficou dinheiro
suficiente para o recolhimento das contribuições previdenciárias.
O primeiro repasse do FPM do ano apresentou uma queda de
35,1% na comparação com o primeiro decêndio de 2014. A queda foi
considerada excessiva, surpreendendo e assustando prefeitos de todo o
País, particularmente os do Rio Grande do Norte.
De acordo com o presidente da Federação dos Municípios
do Rio Grande do Norte, Benes Leocádio (PMDB), a queda logo no mês de
janeiro surpreendeu negativamente os gestores potiguares. “A cada dia, a
situação dos Municípios é mais complicada. Essa queda agrava ainda mais
o que já era ruim”, avaliou Leocádio.
Benes ponderou que a situação fica ainda mais difícil
porque os municípios precisam arcar com o crescimento vegetativo da
folha de pessoal sem ter aumento de receita. “A queda de mais de 30% em
relação ao mesmo período do ano passado é desastrosa para as finanças
municipais”, concluiu.
O presidente da Femurn informou que os municípios lutam
para aprovar o Projeto de Lei 116/2003 no Congresso Nacional, que
direciona o ISS adquirido com operações de cartão de crédito e
financiamento de bens aos locais de origem da compra e não da sede das
operadoras como é hoje. Outra luta da categoria é pela derrubada da
liminar no STF que suspende a redistribuição dos royalties de petróleo,
impetrada pelo governo do Rio de Janeiro. “Essas medidas ajudariam mais
do que o aumento de 1% no FPM”, comparou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário