Apesar de analisados em 2014, as contas não são referentes ao mesmo ano. Há contas relativas a 2013 e outras de 2012.
Segundo o TCE, as irregularidades mais comuns que resultam na
desaprovação das contas são déficit orçamentário, extrapolação do limite
de gastos com pessoal, ou seja, descumprimento da Lei de
Responsabilidade Fiscal (LRF) e abertura de créditos suplementares sem a
prévia autorização da Câmara de Vereadores. “Os erros mais em evidência
são esses. Além disso, ocorrem problemas na clareza do fornecimento de
informações e equívocos sempre surgem”, explica o titular da DAM,
Cleiton Barbosa.
Tribuna do Norte
Nenhum comentário:
Postar um comentário