Além do crime de responsabilidade – o mesmo atribuído à presidenta -,
eles respondem por corrupção, lavagem de dinheiro, crimes eleitorais e
contra a Lei de Licitações. Só entre os indicados pelo PP, dois
titulares – Jerônimo Goergen (RS) e Luiz Carlos Heinze (RS) – e um
suplente – Roberto Balestra (GO) – são investigados pela Operação Lava
Jato, suspeitos de terem recebido recursos da corrupção na Petrobras.
Todos eles negam envolvimento nas irregularidades.
Integrante da comissão, o deputado Paulinho da Força (SD-SP) – um dos
aliados mais próximos do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) –
é um dos que já são réus. Ele é acusado de desviar recursos do BNDES
(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O deputado ainda
é investigado em outros três inquéritos por peculato e corrupção
passiva
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