Do g17.com.br
“A Fulozinha veio em busca de fumo, mas
como não tínhamos cigarro, ela quase matou o grupo todo, bateu forte com
os cabelos dela que parecia ter chamas de fogo”, disse Erenildo, uma
das vítimas.
Na cidade de Gravatá, algumas pessoas
afirmaram que ataques da Cumade Fulozinha é comum nas matas. “Ela usa o
cabelo para bater nas pessoas e também fazem nó nos cabelos dos
cavalos”, disse o agricultor José Antonio.
Os quatro jovens que sofreram o ataque
foram conduzidos ao hospital e passam bem. Traumatizados, eles não
querem mais acampar. A Secretaria de Segurança Pública não acredita que
os jovens tenham sido vitimas de uma assombração, mas afirmaram que vão
investigar o caso.
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