No entanto, o diretor
da entidade, Luiz Argôlo, disse ao UOL que, apesar disso, a greve não
acabou. Ele disse que o que acontecerá é a volta ao estado de greve,
onde a categoria volta a atender e continua negociando as
reivindicações. Hoje, apenas 30% dos médicos estão trabalhando. Depois
do dia 25, serão 100%.
“Vamos priorizar o
trabalhador que não está contemplado com auxílio-doença da Previdência,
ou seja, que está requerendo o benefício pela primeira vez”,
afirma Argôlo. Ele ainda falou a atitude foi tomada por conta
da “insensibilidade” do governo tanto com as reivindicações dos peritos
quanto com os trabalhadores prejudicados pela greve. “Esperamos que o
governo agora queira o diálogo e nos chame para negociar”, diz.

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