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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Juiz contradiz ministro sobre líder de suposto grupo terrorista

O Estado de S.Paulo
O juiz da 14ª Vara Federal de Curitiba, Marcos Josegrei da Silva, responsável pela operação hashtag, que levou à prisão 10 suspeitos de terrorismo nesta quinta-feira, negou que o preso no Paraná seja o líder do grupo, como aventou o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes.
Para o juiz, “é difícil falar em liderança, na medida em que não há uma organização bem definida. Eles compartilharam vídeos que circulam na internet ou em grupos fechados, elementos que foram usados como indícios para a acusação”, explicou. Segundo o juiz, as investigações começaram em abril deste ano, já baseadas na nova legislação antiterror. Os suspeitos estão sendo investigados por “integrar o promover organização terrorista, e iniciar atos preparatórios tendentes à prática de terrorismo”.
Para Josegrei da Silva, não é possível afirmar que havia um alvo delimitado, mas houve conversas no sentido de que os Jogos Olímpicos do Rio, que começam no dia 5 de agosto, seriam uma oportunidade de atentar contra países da coalizão que são inimigos do Estado Islâmico, embora o Brasil não seja um destes países.



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