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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Geração de energia eólica no país cresce 55% no primeiro semestre

A geração de energia eólica aumentou 55% no primeiro semestre deste ano, em comparação com os mesmos meses de 2015, segundo a CCEE (câmara de comercialização de energia).
O resultado está ligado à ampliação da capacidade instalada da fonte energética no sistema nacional, que terminou o período com um crescimento de 50% em relação ao ano passado.
Atualmente, são 399 usinas geradoras, com capacidade de 9,98 GW —com a inclusão dos centros em construção, o número terá um incremento de 8,4 GW.
“Da energia contratada a partir de 2009, quando participamos do primeiro leilão, 45% veio da fonte eólica, o que representa cerca de 15 GW no total”, afirma Elbia Gannoum, presidente da Abeeólica, entidade do setor.
Em relação ao sistema energético como um todo, a participação da geração eólica média chegou a 4,6%, contra 3% do ano anterior.
“Ainda é uma capacidade pequena frente à energia térmica e hidrelétrica, mas é uma fonte que se consolidou, comprovou que é operacional e economicamente viável”, avalia Rui Altieri, presidente da câmara.
O Piauí teve a maior taxa de aumento de geração: foi de 33,46 MW médios no ano passado para 252,77 MW médios em 2016.
O Rio Grande do Norte ainda lidera entre os Estados geradores, com 911 MW médios, seguido por Bahia (599 MW), Rio Grande do Sul (479 MW) e Ceará (456 MW).
Chamado ao novo
A Embrapii (de pesquisa e desenvolvimento) deverá anunciar em setembro sua próxima convocatória para parcerias com laboratórios de pesquisa.
Do R$ 1,5 bilhão reservado a esse tipo de convênio, R$ 300 milhões foram destinados desde 2014.
“A próxima chamada foi aprovada pelo conselho, resta apenas definir quais setores serão mais contemplados”, afirma o diretor-presidente, Jorge Almeida Guimarães.
Entre eles, devem estar a indústria química, a farmacêutica e de alimentos.
Nesta sexta-feira (26), a empresa assina uma parceria desse gênero, com a Escola Politécnica da USP, onde serão investidos R$ 30 milhões em projetos de construção civil, em um prazo de seis anos.
Os recursos serão divididos com companhias do setor privado, que participarão da pesquisa.
Empresários querem não pagar Refis se país não crescer
A Abimaq, associação do setor de máquinas, quer que as companhias que entraram no Refis possam suspender os pagamentos sem perder os termos do acordo, caso a economia não cresça durante três meses seguidos.
O Refis é o programa da Receita Federal para que inadimplentes com impostos possam quitar dívidas em prestações que cabem no bolso.
Mudá-lo é um dos pleitos que a Abimaq faz a membros do governo.
A diretoria da entidade circula por Brasília para tentar emplacar as ideias do plano emergencial que redigiu.
A ideia relativa aos devedores de impostos também prevê um prazo mais alongado para os pagamentos —20 anos, e não 15— e correção pelo IPCA mais 3% (hoje, a taxa é a Selic).
“O governo ouve, mas não dá opinião; não diz que sim nem que não”, diz o presidente João Carlos Marchesan.
O executivo conta que teve encontros com ministros para apresentar a proposta. “Eles leram e disseram que acharam interessante, mas só vão falar sobre o assunto depois de setembro.”
O foco vão ser projetos de maior risco, que dificilmente as empresas bancariam sozinhas.
Todo mundo é uma ilha
As start-ups de Berlim perderam lugar para as de Londres em volume de investimentos no primeiro semestre deste ano, segundo sondagem da consultoria EY.
A capital da Alemanha ficou conhecida nos últimos anos por ter se tornado um polo de companhias iniciantes de tecnologia na Europa.
De janeiro a junho de 2016, as empresas de inovação alemãs receberam € 957 milhões (R$ 3,49 bilhões) em valor aportado, o terceiro melhor resultado do continente, atrás da Suécia.
Um ano antes, esse total era de cerca de € 1,99 bilhão (R$ 7,25 bilhões).
As equivalentes do Reino Unido passaram a liderar a lista e foram destino de € 2,19 bilhões (R$ 7,98 bilhões) em recursos —51% maior que o de igual período de 2015.
Carta
A votação sobre a constitucionalidade da carta AR, que o devedor precisa assinar antes de entrar na “lista suja”, entrou na pauta do STF, na quarta (31). A sessão, porém, prevê outros 12 assuntos.


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