Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no Vale do Açu, é o maior reservatório potiguar
Mesmo após as últimas chuvas, consideradas
boas para este início de ano, os principais reservatórios do Rio Grande do Norte
tiveram um pequeno acréscimo em seus volumes. É o que mostra o mais recente relatório
volumétrico divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), que monitora 47
reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos no estado.
Embora pequeno, o Igarn considera
o aumento positivo, uma vez que a quadra invernosa para o interior do estado só
tem início, efetivamente, em fevereiro.
A barragem Armando Ribeiro
Gonçalves, no Vale do Açu, o maior reservatório potiguar, tem capacidade para 2,3
bilhões de metros cúbicos de água, e registrou um aumento de 23,07% para 23,29%
de seu volume total.
A barragem
de Santa Cruz, em Apodi, o segundo maior reservatório do estado, com capacidade
para quase 600 milhões de metros cúbicos de água, manteve o mesmo nível, que
atualmente é de 18,91% do seu volume total.
Já o reservatório
de Umari, em Upanema, que tem capacidade para 292 milhões de metros cúbicos de
água, passou de 28,4% para 28,9% da sua capacidade total.
O reservatório Santa Cruz do
Trairi, em Santa Cruz, tem capacidade para pouco mais de 5 milhões de
metros cúbicos de água. Ele, que se encontrava seco, está
acumulando agora 304 mil metros cúbicos de água, o correspondente a 5,91% da
sua capacidade total.
O açude
Dourado, em Currais Novos, foi outro reservatório que apresentou pequeno
crescimento do seu volume em comparação com a última semana. O manancial, que
possui capacidade para 10 milhões de metros cúbicos de
água, subiu seu volume de 2,14% para 3,77%.
O acumulado das reservas superficiais totais é de 976.813.706 m³, o
que corresponde a 22,31% da capacidade hídrica do estado, que é de
4.376.444.842 m³. No último relatório, o acumulado era de 970.394.715
m³, correspondentes a 22,17%.
Dos 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de
metros cúbicos monitorados pelo Igarn, 10 deles estão atualmente com volumes
inferiores a 10% de sua capacidade, o que em termos percentuais corresponde a
21,2%. Já os secos são 7 (14,89%).
*Com informações do AgoraRN
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