sexta-feira, 17 de abril de 2026

Band Minas, em luto, Hospital de Pronto-Socorro João XXIII confirmou a morte encefálica da repórter Alice Ribeiro

 
A repórter da Band Minas, Alice Ribeiro, estava internada desde a tarde da última quarta-feira (15), depois de sofrer um grave acidente na BR-381, na Grande BH. 
 
O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, confirmou, na noite desta quinta-feira (16), a morte encefálica da repórter, condição em que há a perda irreversível das funções cerebrais. 
 
O protocolo, aberto pela manhã, foi concluído nesta noite, após uma série de exames que confirmaram o diagnóstico.
 
O carro em que ela estava bateu de frente com um caminhão.
O cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veículo, morreu no local e foi enterrado nesta quinta-feira, na capital.
 
A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice, e afirma que está prestando toda a assistência à família da repórter.
 
Alice Ribeiro é natural de Belo Horizonte, formada pela PUC Minas e atua na Band desde 2021, com passagem por Brasília antes de retornar à capital mineira.
 
"Profissional querida pela equipe, deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses.
 
No acidente ela teve um traumatismo craniano confirmado e ficou sob observação durante 24 horas — prazo considerado crucial após um acidente do tipo.

 Morte encefálica
 
A morte encefálica segundo o Ministério da Saúde, a condição é a perda completa e irreversível das funções encefálicas cerebrais, que são as atividades vitais e cognitivas comandadas pelo encéfalo — divididas entre o córtex, responsável pelo pensamento, memória e movimentos voluntários, e o tronco encefálico, que comanda a respiração e batimentos cardíacos, por exemplo. Quando a morte encefálica acontece, a respiração não acontecerá sem ajuda de aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas.
 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário