A repórter da Band Minas, Alice Ribeiro, estava internada desde a tarde da última quarta-feira (15), depois de sofrer um grave acidente na BR-381, na Grande BH.
O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, confirmou, na noite desta quinta-feira (16), a morte encefálica da repórter, condição em que há a perda irreversível das funções cerebrais.
O protocolo, aberto pela manhã, foi concluído nesta noite, após uma série de exames que confirmaram o diagnóstico.
O carro em que ela estava bateu de frente com um caminhão.
O cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veículo, morreu no local e foi enterrado nesta quinta-feira, na capital.
A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice, e afirma que está prestando toda a assistência à família da repórter.
Alice
Ribeiro é natural de Belo Horizonte, formada pela PUC Minas e atua na
Band desde 2021, com passagem por Brasília antes de retornar à capital
mineira.
"Profissional querida pela equipe, deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses.
No acidente ela teve um traumatismo craniano confirmado e ficou sob observação
durante 24 horas — prazo considerado crucial após um acidente do tipo.
Morte encefálica
A morte encefálica segundo o Ministério da Saúde, a condição é a perda
completa e irreversível das funções encefálicas cerebrais, que são as
atividades vitais e cognitivas comandadas pelo encéfalo — divididas
entre o córtex, responsável pelo pensamento, memória e movimentos
voluntários, e o tronco encefálico, que comanda a respiração e
batimentos cardíacos, por exemplo. Quando a morte encefálica acontece, a
respiração não acontecerá sem ajuda de aparelhos e o coração não baterá
por mais de algumas poucas horas.

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