quinta-feira, 16 de julho de 2026

Copa Feminina deve movimentar R$ 8,8 bilhões no Brasil

 

A Copa do Mundo Feminina da FIFA, que será realizada no Brasil em 2027, deve movimentar R$ 8,8 bilhões na economia nacional. Além disso, o torneio poderá gerar 73,7 mil postos de trabalho, produzir R$ 4,5 bilhões em renda e arrecadar cerca de R$ 928 milhões em tributos, segundo estudo elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O levantamento mostra que o Mundial vai além do impacto esportivo. Isso porque a competição deverá impulsionar setores como turismo, hotelaria, transporte, comércio, alimentação e serviços em diversas regiões do país. Dessa forma, a expectativa é de um efeito econômico positivo antes, durante e após a realização dos jogos.

Evento deve fortalecer turismo e economia

A realização da Copa do Mundo Feminina representa uma oportunidade para ampliar o fluxo de turistas nacionais e estrangeiros. Além disso, o torneio deve estimular investimentos em infraestrutura, mobilidade urbana e serviços voltados aos visitantes.

Segundo o estudo, o impacto econômico também beneficiará pequenas e médias empresas ligadas ao setor de turismo e entretenimento. Com isso, a competição poderá deixar um legado para as cidades-sede.

Brasil receberá Mundial pela primeira vez

O Brasil sediará, pela primeira vez, uma edição da Copa do Mundo Feminina da FIFA. O torneio acontecerá entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 e reunirá 32 seleções.

As partidas serão disputadas em oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Além disso, a competição será a primeira Copa do Mundo Feminina organizada em um país da América do Sul.

FIFA fará investimento recorde

A FIFA também confirmou um investimento de US$ 800 milhões (cerca de R$ 4,2 bilhões) para a organização da Copa do Mundo Feminina de 2027. O valor representa o maior aporte da história da competição e quase dobra o investimento realizado na edição de 2023.

Além disso, aproximadamente 43% dos recursos serão destinados ao desenvolvimento do futebol feminino em diferentes países. A entidade ainda projeta receitas recordes com patrocínios, direitos comerciais e licenciamento de produtos.

Legado vai além do futebol

Especialistas apontam que o principal legado da Copa do Mundo Feminina deverá ser o fortalecimento do futebol feminino no Brasil. Além disso, o evento tende a ampliar a participação de meninas na modalidade, incentivar investimentos em categorias de base e aumentar a visibilidade das atletas.

Por outro lado, a competição também deverá impulsionar o turismo esportivo, fortalecer a imagem internacional do Brasil e estimular novos negócios ligados ao esporte e à economia criativa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário