A Nasa irá aproveitar o fenômeno para tentar analisar a estrutura do corpo celeste
Esta será a primeira vez, em 200 anos, que um asteroide de grandes
proporções estará tão próximo do planeta. Só em 2027 um outro corpo
celeste (o 1999 AN10) deve passar perto da Terra, estima a agência.
Os astrônomos da Nasa descartam, contudo, a possibilidade de colisão.
O órgão estima que, no máximo, ele ficará a 1,2 milhão de quilômetros
da órbita terrestre. Isso é equivalente a três vezes a distância da Lua.
Veja a trajetória que ele deve fazer.
O fenômeno poderá ser visto no Hemisfério Norte com binóculos
potentes ou pequenos telescópios. Por enquanto, a trajetória do 2004
BL86 (como ele foi batizado) já pode ser acompanhada por astrônomos no
hemisfério sul.
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