Tia de Marco Archer esteve com ele antes da execução, realizada neste sábado
A execução do brasileiro criou uma crise diplomática entre Brasil e
Indonésia. No sábado (17) a presidenta Dilma Rousseff – que chegou a
fazer uma apelo ao presidente Indonésia, Joko Widodo, para que Archer
não fosse morto -, se disse “consternada” e “indignada” e convocou para
consultas o embaixador do Brasil em Jacarta. No meio diplomático, a
medida representa uma espécie de agravo ao país no qual está o
embaixador. Já o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse
que a execução causa “uma sombra” na relação entre o Brasil e a
Indonésia.
O carioca Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, foi o primeiro
brasileiro executado por crime no exterior. Archer trabalhava como
instrutor de voo livre e foi preso em agosto de 2003, quando tentou
entrar na Indonésia, pelo aeroporto de Jacarta, com 13,4 quilos de
cocaína escondidos em uma asa-delta desmontada em sete bagagens. Ele
conseguiu fugir do aeroporto, mas foi localizado após duas semanas, na
Ilha de Sumbawa. Archer confessou o crime e disse que recebeu US$ 10 mil
para transportar a cocaína de Lima, no Peru, até Jacarta. No ano
seguinte, ele foi condenado à morte.
Fonte: iBahia
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