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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Presidente do TJRN apoia combate aos ataques criminosos no estado

Do G1 RN
Desembargador Cláudio Santos
(Foto: Canindé Soares)
Desembargador Claudio Santos presidirá o TJRN no biênio 2015-2016 (Foto: Canindé Soares/G1)
O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Cláudio Santos, declarou que apoia as providências tomadas pelo Estado no combate aos ataques criminosos. Santos defende a instalação dos bloqueadores de celular na Penitenciária de Parnamirim, na Grande Natal - medida que está sendo apontada como motivo para os ataques.
O presidente também apresentou sugestões para acelerar os resultados em favor da população. O TJ defende a designação de três procuradores estaduais para atuação direta junto à área de segurança pública, com o objetivo de trabalhar na conclusão rápida dos processos que tratem de questões essenciais, como a construção de novos presídios e a instalação de bloqueadores em todos as penitenciárias.
Em Natal, ônibus são alguns dos alvos dos criminosos (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Em Natal, ônibus são alguns dos alvos dos criminosos (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

Entretanto, o presidente informou que os R$ 20 milhões liberados pelo Judiciário para a construção de um novo presídio ainda aguardando providências do Executivo. “Devemos aplaudir as medidas de combate ao crime, porém desburocratizar ao máximo os processos que entravam a efetividade das ações”, disse o presidente.
Ônibus
Os ônibus urbanos de Natal voltaram a circular na manhã desta segunda-feira (1º) com reforço policial. O Sindicato das Empresas de Ônibus (Seturn) informa que, às 7h30, 70% da frota estava nas ruas. O sindicato dos trabalhadores fala em 30%.
Prisões
Desde a tarde da sexta (29), quando o primeiro ataque foi registrado, 60 pessoas foram detidas suspeitas de envolvimento nos atentados. Destes, 41 foram autuados – a maioria por associação criminosa, incêndio ou tentativa de incêndio. Depois de entregues ao sistema prisional, um deles foi liberado em audiência de custódia. Os outros 40 que continuam detidos estão presos preventivamente, ou seja, devem permanecer encarcerados até serem julgados.


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