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sexta-feira, 31 de março de 2017

Agripino sobre reforma da Previdência: “Não é possível que o Brasil se suicide assim”

O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), defendeu que governo e sociedade encontrem um “meio termo” para que as mudanças na reforma da Previdência correspondam tanto com o que a população aceita quanto com o que o Estado precisa. Segundo o jornal o Estado de S. Paulo desta segunda-feira (28), atualmente, as previdências do Distrito Federal e de 22 dos 26 Estados operam no vermelho. Em apenas seis anos – entre 2009 e 2015 –, o rombo passou de R$ 49 bilhões para R$ 77 bilhões.
“Não é possível que o Brasil ‘se suicide’ deliberadamente, mantendo uma despesa que não pode arcar com a Previdência. Se não fizermos algo agora, daqui a um tempo até os atuais aposentados correm o risco de não receber seus recursos, a menos que sejam de dinheiro inflacionário, de déficit público”, destacou o senador potiguar.
Em relação à proposta da idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e 49 anos de contribuição, o presidente do DEM afirmou que esses são tópicos que continuarão sendo discutidos à exaustão. “A idade mínima para aposentadoria e o tempo de contribuição propostos pelo governo não são dogmas ou fatos imutáveis. Eles estão sendo debatidos a fundo, deverão ser explicados e, se for o caso, ajustados”, ressaltou Agripino.

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