sexta-feira, 20 de maio de 2022

Juíza encontrada morta no Pará é sepultada na Paraíba

Foi sepultado no fim da tarde desta quinta-feira (19), na cidade de Barra de Santana, o corpo da juíza Mônica de Oliveira, encontrada morta com um tiro no peito dentro do carro do marido em Belém do Pará. Após um cortejo, acompanhado por familiares e amigos até o cemitério São Joaquim, a juíza foi enterrada ao lado dos pais.

Antes do sepultamento, o corpo de magistrada foi velado durante pequena cerimônia em Belém, na quarta-feira (18). Em seguida, o corpo continuou foi transladado e sendo velado em Campina Grande e depois chegou em Barra de Santana. De lá, o cortejo seguiu em direção ao cemitério.

O viúvo da magistrada, o juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior, compareceu às cerimônias de despedida.


O caso

O corpo da juíza paraibana Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira foi encontrado com um ferimento feito por arma de fogo dentro de um carro, na manhã da terça-feira (17), no Pará. O próprio companheiro da vítima, o juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior, levou o corpo de Monica para a Divisão de Homicídios da Polícia Civil, em Belém. Apesar de estar na capital paraense, a paraibana atuava no Rio Grande do Norte.

A juíza Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira nasceu em Barra de Santana, na Paraíba. Ela tinha 47 anos e era titular da Vara Única de Martins, no Rio Grande do Norte, onde ocupava a diretoria do fórum. Os parentes contaram que Mônica e João Augusto já tinham um relacionamento de dois anos e quase um ano de casados. Ela viajava com frequência até Belém.

Câmeras de monitoramento

Após a disponibilização de câmeras de segurança, a polícia esclareceu o crime. Mônica praticou suicídio. De acordo com Monique Andrade, sobrinha da juíza, as imagens mostram momentos antes da morte. “Vimos várias câmeras do estacionamento. Não há dúvidas”, disse ela em entrevista para a reportagem na quarta (18).

Sobre o marido da vítima ter levado o corpo dela para a delegacia, a sobrinha de Mônica Maria disse que “ele viu a possibilidade de socorrer”. Ainda segundo ela, o juiz entrou em contato com o delegado e contou sobre o ocorrido antes de ir à delegacia. Porém, o delegado não entendeu que ele estava se deslocando com o corpo para o local.

O caso segue sob investigação.

 

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