segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Mãe sai de escola após discussão envolvendo filho e é encontrada morta no dia seguinte na Grande Natal

Imagem: Reprodução/TV Tropical

Uma discussão envolvendo uma mochila rasgada em uma escola de Natal entrou no radar da investigação sobre a morte de Priscila Thaís Batista Cabral, de 29 anos. Mãe de um estudante da unidade, ela esteve no local na quarta-feira (9) e, no dia seguinte, foi encontrada morta a tiros na Estrada de Pium, em Parnamirim, na Grande Natal.

Apesar da proximidade entre os episódios, a Polícia Civil ainda não confirmou qualquer relação entre o desentendimento ocorrido na escola e o homicídio. As circunstâncias e a motivação do crime seguem sob investigação.

O corpo de Priscila foi localizado em um trecho de estrada de terra próximo ao limite entre Parnamirim e Nísia Floresta, afastado de áreas residenciais e comerciais. A vítima apresentava marcas de tiros na cabeça. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O que aconteceu na escola

Segundo informações divulgadas pelo Cidade Alerta RN, policiais militares do 9º Batalhão foram acionados na quarta-feira para atender uma ocorrência na Escola Municipal Celestino Pimentel, no bairro Cidade da Esperança, na Zona Oeste de Natal.

Inicialmente, a equipe atendia uma situação envolvendo um estudante que teria entrado na escola com uma arma branca após uma fotografia íntima dele circular em grupos de mensagens.

Durante o atendimento, os policiais foram informados sobre outro desentendimento, desta vez relacionado a uma mochila que teria sido rasgada por alunas. O estudante envolvido nessa segunda ocorrência seria filho de Priscila.

Ainda conforme as informações divulgadas sobre o atendimento policial, Priscila conversou com algumas jovens e afirmou que resolveria a situação “do jeito dela”. Depois disso, deixou a unidade de ensino.

No dia seguinte, a mulher foi encontrada morta em Parnamirim. As informações registradas durante a ocorrência na escola poderão ser encaminhadas à Polícia Civil e utilizadas para ajudar a reconstruir os últimos passos da vítima.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos. A polícia também não informou qual teria sido a motivação do homicídio.

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