Marcos Lima
Larissa que já foi diretora da Casa de saúde, terá que buscar contornar a situação para evitar que num ano que antecede uma eleição municipal, mais uma greve em um órgão controlado por sua família poderá representar sérios prejuízos a sua campanha.
A deputada, que pela terceira vez consecutiva vai tentar viabilizar sua chegada ao comando do Executivo mossoroense, tem de certa forma, contribuído para a situação vivenciada hoje pelo complexo hospitalar.
Em 2010, a Casa de Saúde e a Maternidade estiveram prestes a paralisar as suas atividades por conta do não-pagamento das contas de energia elétrica. Na época, a assessoria de comunicação da Cosern, afirmou que não se pagavam as contas de luz naquela unidade há cerca de dez anos. Diante disso, o período compreende os quatro anos que a deputada estadual Larissa Rosado, esteve a frente da administração do complexo hospitalar.
O montante de contas atrasadas chega a R$ 1 milhão. Esse valor provocaria o corte definitivo em meados do ano passado, mas uma negociação parcelou a dívida em 300 parcelas.
A situação coloca em xeque a capacidade administrativa da pré-candidata, Larissa. Se ela não teve habilidade administrativa para gerenciar um órgão no porte da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, como poderia ter condições de ser prefeita de uma cidade com Mossoró?.
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