De acordo com o investidor que relatou o problema, ele entrou na
empresa com quatro contas, entendendo que os valores investidos por ele
seriam utilizados na produção de rastreadores supostamente locados pelo
BBOM.
Do valor arrecadado com os alugueis, o investidor (chamado de
patrocinador pelo BBOM) ficaria com a metade, enquanto a empresa ficaria
com a outra parte.
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