Foto: João Maria Alves
O manifesto fez parte do “Dia Nacional de Luta”, como outros que
aconteceram pelo país. Já pelas 9h, horário marcado para início da
manifestação, as pessoas começaram a se reunir no cruzamento entre as
avenidas Senador Salgado Filho e Bernardo Vieira, no Tirol, local
escolhido como ponto de partida. O trajeto foi divulgado pelas Centrais
Sindicais e o destino era a avenida o Praia Shopping, em Ponta Negra.
Pelo caminho, vários estabelecimentos comerciais colocaram tapadeiras
nas portas numa tentativa de impedir investidas contra as fachadas, como
aconteceu em outras oportunidades. Mas não foi necessário. Em nenhum
momento qualquer loja foi atacada pelos manifestantes. As polícias
Militar e Rodoviária Federal acompanharam o trajeto de longe. Segundo o
major Antônio Marinho, do 1º Batalhão da PM, a ordem era garantir o
direito de se manifestar. De toda forma, o oficial confirmou a presença
de policiais infiltrados na movimentação, para identificar pessoas que
possivelmente viessem a causar “tumultos”. O comandante geral da
corporação, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, informou que não
foi registrada nenhuma prisão. Trezentos homens da PM participaram da
ação.
Apesar da expectativa dos líderes sindicais à frente do ato de que o evento reuniria entre 15 e 20 mil pessoas, aproximadamente 8 mil foram às ruas. Os sindicatos de categorias da educação, saúde, segurança, se reuniram com representantes de outros serviços, como frentistas e da construção civil, e a militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, movimento feminista, da #RevoltadoBusão, da Assembleia Nacional dos Estudantes (Anel). Também estiveram no protesto militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e do Partido Comunista do Brasil (PcdoB). Desta vez, os partidários não foram hostilizados.
PM impediu entrada no Centro Administrativo
No percurso divulgado na quarta-feira pelos integrantes da manifestação havia uma parada no Centro Administrativo do Governo do Estado. No entanto, a Polícia Militar fechou a entrada que dá acesso aos prédios das secretarias de Governo na BR-101. Havia ainda policiais do Batalhão de Choque e da Cavalaria preparados para agir em caso de invasão. Mas os manifestantes evitaram o confronto e seguiram caminho em direção a Ponta Negra. Nesta entrada, entre 10 e 15 jovens expuseram cartazes a menos de um metro dos Pms, enquanto os encaravam. A maioria deles estava com o rosto coberto com camisas e capacetes. Porém pouco tempo depois eles acompanharam a multidão.
A polícia seguiu acompanhando as pessoas, que mesmo sob chuva continuavam a caminhada. Na altura do supermercado Hiper Bompreço, já na Roberto Freire, o estouro de bombas provocou uma pequena confusão entre Pms e estudantes. Algumas pessoas arremessaram copos com água e bombas de fabricação caseira contra as viaturas. Os policiais chegaram a revistar mochilas e deter alguns jovens, que logo foram liberados após a pressão dos demais integrantes do manifesto.
Clik no link abaixo e vejam fotos...
Apesar da expectativa dos líderes sindicais à frente do ato de que o evento reuniria entre 15 e 20 mil pessoas, aproximadamente 8 mil foram às ruas. Os sindicatos de categorias da educação, saúde, segurança, se reuniram com representantes de outros serviços, como frentistas e da construção civil, e a militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, movimento feminista, da #RevoltadoBusão, da Assembleia Nacional dos Estudantes (Anel). Também estiveram no protesto militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e do Partido Comunista do Brasil (PcdoB). Desta vez, os partidários não foram hostilizados.
PM impediu entrada no Centro Administrativo
No percurso divulgado na quarta-feira pelos integrantes da manifestação havia uma parada no Centro Administrativo do Governo do Estado. No entanto, a Polícia Militar fechou a entrada que dá acesso aos prédios das secretarias de Governo na BR-101. Havia ainda policiais do Batalhão de Choque e da Cavalaria preparados para agir em caso de invasão. Mas os manifestantes evitaram o confronto e seguiram caminho em direção a Ponta Negra. Nesta entrada, entre 10 e 15 jovens expuseram cartazes a menos de um metro dos Pms, enquanto os encaravam. A maioria deles estava com o rosto coberto com camisas e capacetes. Porém pouco tempo depois eles acompanharam a multidão.
A polícia seguiu acompanhando as pessoas, que mesmo sob chuva continuavam a caminhada. Na altura do supermercado Hiper Bompreço, já na Roberto Freire, o estouro de bombas provocou uma pequena confusão entre Pms e estudantes. Algumas pessoas arremessaram copos com água e bombas de fabricação caseira contra as viaturas. Os policiais chegaram a revistar mochilas e deter alguns jovens, que logo foram liberados após a pressão dos demais integrantes do manifesto.
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