domingo, 11 de agosto de 2013

Cena do crime da chacina foi prejudicada, diz associação de peritos

A Associação dos Peritos Criminais do Estado de São Paulo (Apcesp) criticou o grande movimento de pessoas na casa da família Bovo Pesseghini, encontrada morta na última segunda-feira na Vila Brasilândia, zona norte da capital. Segundo a presidente da entidade, Maria do Rosário Mathias Serafim, o trabalho dos peritos pode ser prejudicado por causa da aglomeração de pessoas na cena do crime.
“O local tem que ser preservado. Quando alguém vê um corpo morto, tem de avisar a autoridade policial e ela liberar o trabalho da perícia, sem deixar ninguém perturbar. Com certeza vai atrapalhar. A pessoa, sem querer, pode desfazer algum vestígio importante da cena do crime e a perícia não encontrá-lo. Tinha um batalhão de gente aquele dia. Também não é bom que no trabalho pericial estejam presentes pessoas estranhas à perícia”, ressaltou ela.

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