Quando
começar a operar em dezembro de 2016, como prevê a TAM, o hub (centro
de conexões de vôos de passageiros e cargas) que a companhia aérea vai
instalar no Nordeste causará um impacto tão significativo na cidade
escolhida, que os setores governamentais e da classe empresarial ainda
têm dificuldade de dimensionar. Apostando no desenvolvimento promovido
pelo investimento da TAM, os governos dos Estados envolvidos na disputa
têm acirrado a briga por ele.
O hub teria a capacidade de gerar o número de empregos formais que
todo o mercado potiguar cria em um ano: cerca de 10 mil vagas, segundo o
economista Aldemir Freire.
Natal disputa o investimento de R$ 3,9 milhões com Fortaleza e
Recife. Uma comitiva da empresa estará em Natal na quinta-feira (18)
para mais uma reunião com representantes locais a respeito do assunto.
As outras capitais também receberão os visitantes nesta semana.
Apesar de a decisão só ser divulgada no final do ano, os poderes
políticos e econômicos das unidades federativas têm corrido contra o
tempo para se mobilizarem e apresentar as melhores vantagens. A
companhia, por sua vez, garante que se trata de uma definição técnica e
não política.
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