Fátima lembrou que Cunha responde a um processo por quebra de decoro
parlamentar por ter mentido na Comissão de Ética, o que pode fazer com
que ele perca o mandato, e ainda a outros processos decorrentes da
existência da fortunas milionárias em contas fora do Brasil que nunca
foram declaradas e que só foram descobertas após investigações. “A este
presidente falta legitimidade moral. Responde a processo no Conselho de
Ética e a outros dois fora. O Brasil não pode ficar refém de um home que
está soterrado com lama até o pescoço. Este homem, inimigo declarado do
Governo, contribuiu para a crise do país. Infelizmente ainda está a
frente da Presidência da câmara”, disse.
A parlamentar disse que a abertura foi uma vingança política contra o
PT e a presidente Dilma Rousseff pelo fato fato do partido ter se
posicionado favorável à continuidade do processo contra Cunha no
Conselho de Ética. “Esse homem resolve, depois de quatro meses com esse
pedido de impeachment, autorizar exatamente no dia em que meu partido
toma a decisão coerente de não livrar a cara dele no Conselho de Ética”,
completou.
Fátima também defendeu a celeridade do processo de impeachment.
Nacionalmente, essa tem sido uma orientação nacional do partido no
Congresso Nacional, já que a base, mesmo com algumas dissidências,
garante o arquivamento do processo. A oposição quer colocar para o
próximo ano, após o recesso, para inflamar o tema junto a opositores e
alguns movimentos sociais.
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