Texto: Blog Jair Sampaio
Ania Noda Rojas
“Vim a Florânia/RN para trabalhar na
medicina familiar; que minhas tarefas principais são a prevenção, e
atenção primária, que o meu posto de trabalho deve ser em um PSF, as
Consultas devem ser agendas antecipadamente para as doenças crônicas
transmissíveis e não, acompanhamento das gestantes, consulta de criança
saudável; saúde mental, e outras com possibilidade de febre, diarreia,
mas por algum problema, eles me colocam para trabalhar no centro de
saúde para atender todo o município, e excede as minhas capacidades
físicas; humanas e profissionais para dar atenção que merece esta
população, e para piorar, nunca têm uma enfermeira Para fazer a triagem
do que é urgência e o que não é, e assim aconteceu no dia de hoje,
trabalho sozinha para todo o município”. desabafa a cubana.
Fica claro no relato da médica cubana,
que a mesma vem sendo discriminada pela população e vítima de abuso de
autoridade por parte dos funcionários e até do poder executivo de
Florânia. Esta história merece a intervenção do Ministério Público
Federal.

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